Estêvão aposta no retorno ao Brasil para brilhar na Copa

Estêvão aposta no retorno ao Brasil para brilhar na Copa

Estêvão, atacante do Chelsea e da Seleção Brasileira, ainda nutre a esperança de uma recuperação para estar presente na Copa do Mundo deste ano. O jovem planeja viajar ao Brasil nos próximos dias para realizar novos exames e buscar um diagnóstico definitivo sobre a lesão de grau 4 na coxa direita.

Ele se machucou logo aos 12 minutos do primeiro tempo durante o jogo contra o Manchester United, que terminou em uma vitória para os Red Devils por 1 a 0, com um gol do brasileiro Matheus Cunha.

O atleta, ao tentar uma arrancada, sentiu a dor e, mesmo conseguindo concluir a jogada, caiu no gramado e solicitou atendimento. Estêvão recebeu cuidados e deixou o campo com dificuldade, embora tenha caminhado.

Após a partida, o técnico Liam Rosenior, que foi recentemente demitido do Chelsea, comentou que o jogador estava muito abalado e chegou a chorar no vestiário.

Prognóstico e Desafios

De acordo com especialistas, o cenário é desfavorável para a recuperação de Estêvão a tempo da Copa do Mundo. O ortopedista e traumatologista do esporte, Bruno Canizares, explicou que, considerando o prazo, “é muito improvável que ele consiga se recuperar a tempo, podendo levar de 2 a 4 meses para uma reabilitação completa”.

Pensando no prazo, é muito improvável que ele consiga se recuperar a tempo, principalmente porque a reabilitação mínima gira em torno de dois meses e pode chegar a quatro.

Bruno Canizares, ortopedista e traumatologista do esporte

Ruptura Completa do Músculo

O especialista destaca que a distinção entre os graus da lesão é crucial para determinar o prognóstico. A lesão de grau 3 envolve um rompimento parcial das fibras musculares, mantendo parte da estrutura intacta, enquanto uma lesão de grau 4 implica em uma ruptura completa da espessura muscular.

Com base nessa avaliação, a expectativa de retorno de Estêvão aos gramados é incerta, e uma possível participação na Copa do Mundo se torna um desafio significativo, dado o seu cenário clínico atual.