Líderes mundiais condenam tiros em jantar com Trump em Washington

Líderes mundiais condenam tiros em jantar com Trump em Washington

Líderes mundiais condenaram a violência e expressaram alívio pelo fato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os convidados do jantar dos correspondentes da Casa Branca estarem em segurança após os disparos ocorridos no local.

Reações globais à tentativa de assassinato

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, escreveu no X que ele e sua esposa “ficaram chocados com a tentativa de assassinato do presidente Donald Trump na noite passada em Washington, DC”. “Estamos aliviados por saber que o Presidente e a Primeira-Dama estão sãos e salvos”, disse Netanyahu. “Desejamos uma recuperação plena e rápida ao policial ferido e saudamos o Serviço Secreto dos EUA por sua ação rápida e decisiva.”

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, também se manifestou, dizendo no X: “Condenamos a tentativa de agressão contra o presidente Donald Trump e sua esposa, Melania.” Ecoando o mesmo sentimento, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou: “A violência política não tem lugar em nenhuma democracia e meus pensamentos estão com todos aqueles que foram abalados por este evento perturbador.”

A condenação da violência em democracias

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, também expressaram alívio por Trump e sua família estarem seguros. Modi declarou: “A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada inequivocamente.” Por sua vez, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, também condenou o incidente, expressando “sua total rejeição a todas as formas de violência por qualquer parte”.

O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos condenou o que chamou de “crime deplorável”, ressaltando a seriedade do ocorrido. Além disso, líderes europeus prontamente reagiram aos disparos na Casa Branca. O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou o incidente como “inaceitável” e reafirmou que “a violência não tem lugar em uma democracia”, oferecendo seu “total apoio a Donald Trump”.

Solidariedade internacional após o incidente

Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, considerou os eventos “profundamente perturbadores”, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse estar “chocado” com os acontecimentos, enfatizando que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais veementes possíveis”. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, também se pronunciou, afirmando que “a violência não tem lugar na política, nunca”.

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, lembrou que “um evento destinado a homenagear a liberdade de imprensa jamais deveria se tornar um cenário de medo”. O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, expressou seu alívio pela segurança de Trump e dos demais participantes, enviando seus pensamentos a “todos os que foram abalados pelo evento, incluindo os jornalistas suecos que compareceram ao jantar”. finalmente, Viktor Orbán, primeiro-ministro húngaro cessante e aliado de Trump, também se disse “preocupado com as notícias” e ofereceu suas “pensamentos e orações” ao presidente e à primeira-dama dos EUA.