A apresentadora Angélica, 52, revelou que levou uma bronca do filho depois de falar sobre vibrador em uma entrevista. A famosa precisou ter uma conversa franca com os herdeiros sobre liberdade e machismo.
“Uma vez, falei sobre vibrador em uma entrevista. Aí, em um jantar com meus dois filhos, um falou: ‘mãe, vamos parar com esse negócio. Poxa, fica falando de umas coisas, umas entrevistas’. Eles com ciúmes, entendeu? E eu falei: ‘Vocês estão me julgando? Não, vamos parar’,” relembrou ela no canal de Fátima Bernardes, o “Cá Entre Nós”, no YouTube.
“‘Mulher não pode?’. E aí já fiz aquela lição de moral”, seguiu.
A liberdade de expressão de Angélica
Angélica afirmou que hoje em dia se sente uma mulher muito mais segura para falar sobre diversos assuntos, e até se sente mais de verdade nas coisas que faz e nos projetos profissionais que assume. Essa transformação pessoal e profissional mostra como a apresentadora atua com liberdade de expressão, contribuindo para a desconstrução de tabus e preconceitos.
Esse momento também reflete uma mudança nas discussões sobre sexualidade e empoderamento feminino. Ao abordar assuntos que fogem do convencional, Angélica não apenas inspira outras mulheres a se expressarem, mas também gera um diálogo importante sobre as barreiras sociais que muitas enfrentam.
Carreira e rivalidade na mídia
Em relação à carreira, a apresentadora relembrou a rivalidade criada pela mídia entre ela, Xuxa e Eliana. Segundo a famosa, a “briga” era midiática e nunca representou nada para elas na vida real. A rivalidade não foi apenas uma construção de narrativas externas, mas um reflexo de como o entretenimento é frequentemente moldado por competições que, muitas vezes, não existem de fato.
“Isso era bom para um monte de gente, menos para nós”, afirmou. Essa declaração revela como essas dinâmicas podem impactar a saúde mental e o bem-estar de artistas, levando-os a se distanciar das expectativas criadas pelo público e pela imprensa.
Quem são os filhos de Angélica?
Angélica é mãe de três filhos com Luciano Huck: Joaquim, de 21 anos, Benício, de 18, e Eva, de 11.
Ela também compartilhou que, apesar de as conversas sobre sexualidade serem importantes, é fundamental que seus filhos compreendam e respeitem que sua mãe tem o direito de expor suas opiniões e experiências. Essa educação passa não apenas pela aceitação, mas pela valorização da mulher como um ser completo, livre para abordar qualquer tema.
“Me sentindo mais confortável em mim”, diz Angélica aos 50 anos
Assim, Angélica não apenas reforça sua posição como apresentadora, mas também como uma mulher que defende suas convicções e luta contra o machismo. Essa atitude representa uma evolução não só pessoal, mas um reflexo das discussões contemporâneas sobre igualdade de gênero e direitos das mulheres. Ao abordar sua vida pessoal e profissional com sinceridade, Angélica se torna uma voz poderosa que encoraja outros a se libertarem das regras sociais opressivas.



