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F1 lamenta os 32 anos da morte de Senna: tributo eterno e sincero

F1 lamenta os 32 anos da morte de Senna: tributo eterno e sincero

Em um dia como hoje, relembramos a lenda do automobilismo, Ayrton Senna. Trinta e dois anos se passaram desde sua morte trágica, um acontecimento que chocou o Brasil e o mundo. Ayrton, tricampeão mundial, continua sendo uma figura icônica não apenas na Fórmula 1, mas também na cultura esportiva brasileira.

Forever in our thoughts

Remembering Ayrton Senna today, and every day 💛💚 pic.twitter.com/0fyURkM7iL

— Formula 1 (@F1) May 1, 2026

A morte do ídolo

A data de 1º de maio de 1994 marca um capítulo triste na história do esporte: o falecimento de Ayrton Senna durante o Grande Prêmio de San Marino, na Itália. O impacto foi tão grande que o então presidente Itamar Franco declarou luto oficial. As mensagens de condolências vieram de líderes de várias nações, demonstrando a grandiosidade de seu legado.

O retorno do corpo ao Brasil foi cercado de homenagens. O velório ocorreu na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, com uma imensa participação pública, mostrando a verdadeira adoração que os fãs tinham por ele. Ao longo do trajeto do cortejo, aproximadamente dois milhões de pessoas estiveram presentes, um tributo emocionante que fez ecoar a importância que Senna tinha na vida de muitos.

Trajetória nas pistas

Ayrton Senna nasceu em São Paulo, em 21 de março de 1960, iniciando sua carreira no kart aos 13 anos. Após diversas categorias de base, fez sua estreia na Fórmula 1 em 1984, acumulando uma impressionante carreira com 162 Grandes Prêmios, 41 vitórias e três títulos mundiais. Sua habilidade nas pistas e sua determinação fizeram dele um dos maiores pilotos da história do automobilismo.

Entre seus triunfos, a primeira vitória veio no GP de Portugal em 1985, e seu último grande momento foi no GP da Austrália em 1993. Senna se destacou principalmente pela equipe McLaren, onde atingiu o auge de sua carreira e deixou um legado que continua a inspirar novos talentos no esporte.

Hoje, 32 anos após sua partida, Ayrton Senna permanece eterno na memória dos fãs, não apenas como um piloto excepcional, mas como um símbolo de paixão e dedicação no automobilismo.

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