Na noite de quarta-feira (4), a PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu um veículo relacionado a Luiz Phillipi Mourão, também conhecido como “Sicário”, um cúmplice do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A apreensão ocorreu na BR-381, em Pouso Alegre, Minas Gerais.
O carro estava sendo dirigido por um casal que viajava de Belo Horizonte a São Paulo, alegando que o veículo era de um amigo. A apreensão se deu algumas horas após a prisão de “Sicário” pela PF (Polícia Federal) na Operação Compliance Zero. Durante a abordagem, a PRF identificou o verdadeiro proprietário do carro, e ainda descobriu uma restrição de circulação imposta pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
A tragédia após a prisão
Depois de ser preso, Mourão tentou suicídio enquanto estava sob custódia na Superintendência da PF em Minas Gerais. Ele foi levado a um hospital em Belo Horizonte, mas acabou tendo morte encefálica, sendo considerado legalmente falecido. Fontes relataram à CNN sobre as circunstâncias trágicas que cercaram seu estado pós-prisão.
O papel de Mourão no crime organizado
A definição de “sicário” remete a assassinos de aluguel, e Mourão era acusado de liderar um grupo que vigilava pessoas tidas como adversários de Vorcaro. De acordo com a PF, ele estava envolvido em uma conversa onde o banqueiro sugeria planejar um assalto e ameaçar o jornalista Lauro Jardim, do O Globo.
Importância da saúde mental
O caso de Mourão destaca a complexidade de situações envolvendo crime e saúde mental. Para aqueles que enfrentam dificuldades emocionais, é vital buscar apoio. O CVV (Centro de Valorização da Vida) pode ser uma ajuda importante, oferecendo suporte emocional gratuito e sigiloso 24 horas pelo telefone 188 ou através do site cvv.org.br.