Alireza Arafi foi nomeado neste domingo (1º) como membro jurista do Conselho de Liderança do Irã, órgão responsável por assumir o papel do líder supremo até que a Assembleia de Peritos eleja um novo líder, segundo informou a agência de notícias ISNA.
Membro do Conselho dos Guardiães e clérigo, Arafi fará parte do Conselho de Liderança temporário, junto ao Presidente Masoud Pezeshkian e ao Juiz-Chefe Gholamhossein Mohseni Ejei.
Além dele, o presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do judiciário Gholamhossein Mohseni Ejei e um dos juristas do Conselho dos Guardiães do Irã também assumirão temporariamente o poder, de acordo com a mídia estatal iraniana.
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi confirmado como morto pelos ataques dos Estados Unidos e Israel, conforme relato da mídia estatal iraniana na manhã deste domingo (1º), horário local.
Contexto da Situação no Irã
Trump anunciou no sábado que os EUA iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, prometendo aniquilar as forças armadas do país e destruir seu programa nuclear.
Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump alegou que o Irã rejeitou “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”, afirmando que os EUA “não aguentam mais”. Israel também confirmou ataques direcionados ao Irã.
Diferentemente da última ofensiva em junho de 2025, os ataques dessa vez foram realizados durante o dia, no início do sábado, enquanto milhões de pessoas se dirigiam ao trabalho ou à escola.
Perspectivas de Conflito
O plano de ataque está sendo conduzido de forma mais extensa, com fontes revelando que, ao contrário da rápida ação anterior, as forças armadas norte-americanas pretendem manter os ataques por vários dias.
A CNN Internacional já havia noticiado que Khamenei era um dos principais alvos da primeira onda de ataques, ao lado de outros líderes significativos da nação.
Reação do Regime Iraniano
Como resposta, o regime iraniano desencadeou uma onda de ataques sem precedentes em toda a região do Oriente Médio, resultando em explosões escutadas em diversos países com bases militares americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.