O ataque de Israel contra o Irã se intensificou, focando nos recursos energéticos do país, o que eleva as tensões na região. Enquanto isso, o Irã continua seus ataques retaliatórios contra aliados dos EUA no Golfo, mesmo após o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, ter se desculpado por incidentes anteriores e sugerido um cessar-fogo.
As declarações de autoridades iranianas indicam uma possível divisão entre os líderes da nação, especialmente com a expectativa de que o Irã escolha seu novo líder supremo em breve, sucedendo o aiatolá Ali Khamenei, que foi morto em um ataque coordenado entre os Estados Unidos e Israel.
Petróleo no foco
Recentemente, Israel lançou ofensivas contra instalações de armazenamento de petróleo no Irã, considerando isso parte da nova fase de conflito. Segundo relatos, os militares israelenses atacaram depósitos de combustível em Teerã, o que gerou interrupções significativas no abastecimento de combustível para diferentes consumidores, incluindo entidades militares.
Após os bombardeios, foi observada uma chuva escura caindo sobre Teerã, fato que chamou a atenção da equipe da CNN no local.
Continuação dos ataques
Embora Pezeshkian tenha expressado o desejo de cessar os ataques às nações vizinhas, os ataques no Golfo ainda persistem. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, mencionou que Israel e os EUA estabelecem um “controle quase completo” sobre o espaço aéreo iraniano, sugerindo que ainda há “surpresas preparadas”.
Divisões e incertezas
O conflito em curso evidencia as tensões dentro do governo iraniano. Enquanto o presidente fez apelos pela paz, outras figuras já indicaram que pretende continuar a luta contra forças americanas. O oficial de segurança Ali Larijani caracterizou a abordagem dos EUA como um “erro de cálculo” que aprisionou o país em suas próprias falhas. Em meio a essa instabilidade, a Assembleia de Peritos do Irã praticamente decidiu o próximo líder supremo, ampliando assim a especulação sobre o futuro da liderança no país.

